Aula  de dança do ventre, impactante e ao mesmo tempo feminina. A aula de dança do ventre trabalha muito o quadril, braços, acessórios e também história, pois durante as aulas vemos o folclore, retratando os costumes desse povo. Trabalhamos memória, coordenação e criatividade.

Aula de dança do ventre em Botafogo

Benefícios Físicos da Dança do Ventre

Benefícios Emocionais da Dança do Ventre

Aula de dança do ventre em Botafogo

AULA DE DANÇA DO VENTRE EM BOTAFOGO

Nosso objetivo com a aula de dança do ventre é proporcionar às alunas um aprendizado profundo e sólido, com qualidade e excelência

Mayara Rajal

Terça

Dança do ventre 60 min

Mayara Rajal

9:30h

Aisha Hadarah

20:00h

Quarta

Dança do ventre 60 min

Mayara Rajal

12h

Quinta

Dança do ventre 60 min

Mayara Rajal

12h

Aisha Hadarah

20:00h

Sexta

Dança do ventre 60 min

Mayara Rajal

9:30h

12:00h

Aula de dança do ventre em Botafogo

Perguntas frequentes sobre a dança do ventre

Além disso, a maioria dos movimentos trabalha o ventre, fortalecendo-o e diminuindo a barriga. Também arredonda e endurece o quadril e os glúteos, tonifica os músculos da coxa e da panturrilha, dá flexibilidade e controle total dos movimentos do corpo. venha fazer um aula de dança do ventre em botafogo aqui no espaço ser em movimento.

É importantíssimo ressaltar que a dança trabalha a musculatura do abdômen delineando o corpo conforme a pratica dos movimentos. então é mito que a dança do ventre dá barriga. Embora as ondulações realizadas com os músculos da região final do ventre.

Essa antiga modalidade de dança vem encantando homens e mulheres ao longo do tempo. “A dança do ventre é altamente sedutora.

A dança do ventre trabalha muito a contração do quadril, até a parte inferior do abdômen, juntamente com o assoalho pélvico, e os movimentos em grande quantidade de repetição fazem com que enrijeça os músculos internos e externos.

Aula de dança do ventre em Botafogo

Evolução técnica: aspectos gerais

Os movimentos são marcados pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, ondulações de braços e mãos, tremidos (shimmies) e batidas e torções de quadril, entre outros.

Segundo a pesquisadora norte-americana Morroco, as ondulações abdominais consistem na imitação das contrações do parto: tribos do interior do Marrocos realizam ainda hoje, rituais de nascimento, em que as mulheres se reúnem em torno da parturiente com as mãos unidas, e cantando.

Realizam as ondulações abdominais a fim de estimular e apoiar a futura mãe a ter um parto saudável, sendo que a futura mãe fica de pé, e realiza também os movimentos das ondulações com a coluna.

Estas mulheres são assim treinadas desde pequenas, através de danças muito semelhantes à Dança do Ventre. Ao longo dos anos, sofreu modificações diversas, com a inclusão dos movimentos do ballet clássico russo em 1930. Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas:

Norte-americana: manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;
Libanesa: com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.
Egípcia: manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;
Brasileira revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório, e tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos.

O estilo Dança do Ventre do Egito Faraônico, a Dança di Iaset: foi criado no Brasil, em 1993, pela professora Regina Ferrari, com passos do ballet clássico mesclados com movimentos da dança do ventre árabe, associados a uma interpretação fictícia para cada movimento, como uma representação artística das danças do antigo Egito.

Não é uma dança com finalidade esotérica, para ser usada em rituais de magia. A finalidade foi de permitir as mulheres brasileiras praticarem a dança do ventre pela beleza da arte, sem receberem a conotação de praticarem uma dança vulgar.

ATON, Merit. Dança do Ventre – Dança do Coração. São Paulo: Tempos, 1996.
BUONAVENTURA, Wendy. Serpent of Nile: Women and Dance in the Arab World. London. Saqi Books 1989.
BURKERT, Walter. Antigos Cultos de Mistério. São Paulo: Palas Athena; 1995.
KUSSUNOKI, Sandra. A Dança e o Ventre: aparência corporal na contemporaneidade – o mito da barriga. São Paulo: Paco Editorial, 2011.
MONTET, Pierre. O Egito no Templo de Ramsés. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
PENNA, Lucy. Dance e Recrie o Mundo. São Paulo: Ed. Sheraan, 1997.
PORTINARI, Maribel. História da Dança. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1989.
WOSIEN, Marie Gabrielle. Danças Sagradas. Madri: Edições Del Prado, 1997.
SHAHRAZAD ou ISCANDARIAN, Madeleine. Resgatando a Feminilidade: expressão e consciência corporal pela dança do ventre. São Paulo: publicação independente, 1998.
Ogeda, Daniella. Marketing na Dança. São Paulo: Kaleidoscopio Editora, 2019.
Mahaila, Brysa. Os pilares da profissionalização em Dança do Ventre – Volume I, II e III . São Paulo: Kaleidoscopio Editora, 2016.
Marconato, Ju. Sagrado Feminino. São Paulo: Kaleidoscopio Editora, 2016.
Bibliografia eletrônica
CENCI, Cláudia. História da Dança do Ventre. In: Dança do Ventre [monografia de CD ROM].

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